segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sobre a noite


De longe a lua

Um pingente misterioso

Iluminando

A vida derramada

Dissimulada

Em vielas

Confinadas


E por fim,

Ao amanhecer

O sol nasce cuspindo seus raios

Como um dragão enfurecido.

Um comentário:

  1. Vivo a libertinagem
    Sinto o cheiro da rua, preciso dela.
    Me vejo numa viela, contando estrelas
    As mais belas me iluminam numa noite de boemia
    Me encontre na lapa, de baixo dos arcos é onde meu coraçao pulsa
    Copos cheios de cerveja corpos vazios de poesia, fumando o pior tabaco da regiao.
    Isso é liberdade, me sinto vivo agora!
    Só preciso da mulata mais bela da cidade ao meu lado.
    Vivo num mundo marimbundo, só tenho a companhia do meu santo. Preciso daquela mulata, ai ai meu deus!

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