segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Sobre a noite
De longe a lua
Um pingente misterioso
Iluminando
A vida derramada
Dissimulada
Em vielas
Confinadas
E por fim,
Ao amanhecer
O sol nasce cuspindo seus raios
Como um dragão enfurecido.
José e o infinito
Não há fronteira entre tu e o infinito José
Haverá de provardes um oasis inteiro e saberás.
Caminhando nos vales solitários
Dentro de si
Encontrando crianças e pássaros.
e as crianças sempre levando flores por aquela antiga estrada
onde os ancestrais desenhavam serpentes nas rochas.
Todos os deuses antigos,
Agora estão presos dentro de uma maçã,
E você sobre uma cama de espinhos
Onde os quartos nao teêm estrelas.
Malditos sejam aqueles que te impedirem de culminar.
Não há fronteira entre tu e o infinito josé.
Haverá de provardes um oasis inteiro e saberás.
Caminhando nos vales solitários
Dentro de si
Encontrando crianças e pássaros.
e as crianças sempre levando flores por aquela antiga estrada
onde os ancestrais desenhavam serpentes nas rochas.
Todos os deuses antigos,
Agora estão presos dentro de uma maçã,
E você sobre uma cama de espinhos
Onde os quartos nao teêm estrelas.
Malditos sejam aqueles que te impedirem de culminar.
Não há fronteira entre tu e o infinito josé.
Do ventre
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